
Vida cotidiana em Rio das Ostras é tema de documentários exibidos nessa sexta-feira, 28
A Fundação Rio das Ostras de Cultura (FROC) abre suas portas nessa sexta-feira, 28, para a exibição de 2 documentários que retratam a vida no município, o “Vida à Beira Canal” e a websérie “Feira Viva! Vidas, cores e comunidade”.
Produzidos pela Carracena Produções, os filmes têm classificação livre e as exibições, que acontecem em duas sessões, às 15h e às 16h, na sede da FROC, no Centro, em frente à Concha Acústica, têm entrada gratuita.
Para a sessão de abertura, às 15h, a exibição dos documentários, que tiveram seus projetos contemplados em chamadas públicas da FROC, da Lei Emergencial Paulo Gustavo, conta a acessibilidade em Libras e audiodescrição.
Diretora e roteirista do “Vida à Beira Canal”, a multiartista Mariana Barcelos, que deu os primeiros passos de sua carreira artística na cidade, conta que a realização do documentário é uma realização profissional.
“Como uma artista que cresceu em Rio das Ostras, dirigir e roteirizar este filme é uma realização profissional significativa para mim. Contar a história de espaços e de moradores da cidade, sobretudo de territórios ‘invisíveis’, produzindo um filme, um documento do tempo, em que a história local é narrada nas vozes dos próprios habitantes, foi uma experiência, em várias camadas, enriquecedora e inesquecível”, relata Mariana Barcelos.
No filme “Vida à Beira Canal”, que ainda tem direção de fotografia de Lucas Santos, e edição de Paola Carracena e João Paraíso, o público poderá conhecer um pouco sobre como é o dia na vida de moradores da beira do Canal de Medeiros.
O projeto mostra o dia a dia das pessoas, suas memórias e as expectativas de futuro, com depoimentos que retratam uma realidade que diverge do senso comum, em um filme que tem como intuito buscar a quebra de estigmas e preconceitos.
Já a websérie “Feira Viva! Vidas, cores e comunidade”, que tem direção de Paola Carracena, busca capturar a essência única das feiras livres do município, ouvindo e trazendo histórias das pessoas que fazem a feira acontecer.
“Minha maior expectativa é devolver este trabalho à população que recebeu nossa equipe durante a execução do projeto da melhor maneira possível, sempre. Que se sintam vistos, não esquecidos em um lado da cidade. Que se vejam representados, com seus discursos, memórias e expectativas”, completou Mariana Barcelos.